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Alexandra Richter conta história para crianças hospitalizadas no projeto Viva Personas

Alexandra Richter conta história para crianças hospitalizadas no projeto Viva Personas


Ver o sorriso no rosto das pessoas não tem preço para atrizes e humoristas como Alexandra Richter, que abraçou a causa da Associação Viva e Deixe Viver (Viva) e é uma das voluntárias desta semana do projeto Viva Personas, em que personalidades de várias áreas gravam um vídeo contando uma história infantil para crianças e adolescentes internados em hospitais ou isolados em casa. O projeto foi criado para minimizar o impacto causado pela pandemia, que afastou os 1,3 mil voluntários de entrar em 86 hospitais para contar histórias às crianças e jovens internados.

"Tarsilinha", de autoria de Patrícia Engel Secco, foi a história escolhida por ela. Na obra, as pinturas da modernista Tarsília do Amaral estimulam e aguçam o olhar das crianças para a leitura. O vídeo, disponível a partir desta quarta-feira (14), também poderá ser visto por crianças isoladas em casa no site BisbilhotecaViva (http://www.bisbilhotecaviva.org.br). A história faz parte do acervo de livros disponíveis no portal.

O mais recente trabalho de Alexandra é na série "Desalma", escrita por Ana Paula Maia e direção de Carlos Manga Jr, que estreia na Globoplay no próximo dia 22. A série aborda um drama sobrenatural repleto de mistérios e acontecimentos inexplicáveis, de acordo com a sinopse.

O Viva Personas desta semana ainda destaca as contações do Cônsul Geral de Israel em São Paulo, Alon Lavi, que narrou em sua gravação a história do livro "Os Vizinhos", da escritora e ilustradora Einat Tzarfati. Ela já pode ser conferida desde segunda-feira, 12, no portal BisbilhotecaViva. E a partir de sexta, 16, as crianças poderão conferir a narrativa do grande escritor Pedro Bandeira, que contou a história "Pequeno pode tudo", de sua autoria.

Sobre o projeto - A idealização do Viva Personas começou quando o grupo de 1,3 mil voluntários da entidade se viu impedido de entrar em 86 hospitais espalhados pelo país para contar histórias às crianças e jovens internados. Essa atividade, que em agosto completa 23 anos, foi interrompida pela pandemia e as crianças, agora também isoladas em casa, ficaram ainda mais sozinhas. Para multiplicar o alcance da ação e transmitir carinho, afeto e esperança a todas as crianças e famílias brasileiras, os vídeos ficarão disponíveis por tempo indeterminado no site Bisbilhoteca Viva (www.bisbilhotecaviva.org.br).

Novidades toda semana - A lista de novas adesões ao Viva Personas não para de crescer e toda semana três novos vídeos são compartilhados no site Bisbilhoteca Viva. Além do site, uma boa maneira de acompanhar essa movimentação é pelo Instagram da Associação (@vivavdv). Para manter o vínculo com as crianças hospitalizadas, e que já estavam acostumadas com a presença dos contadores de histórias da Viva e Deixe Viver, a entidade utiliza o impulsionamento no Facebook e Instagram com uso do direcionamento das postagens por localização do endereço de todos os hospitais em que atua. E, para ser ainda mais inclusivo, os vídeos também contemplam linguagem em Libras.

Sobre a Associação Viva e Deixe Viver -Fundada em 1997, pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver (http://www.vivaedeixeviver.org.br) é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que conta com o apoio de voluntários que se dedicam a contar histórias para crianças e adolescentes hospitalizados, visando transformar a internação hospitalar num momento mais alegre, agradável e terapêutico, além de contribuir para a humanização da saúde, causa da entidade. Hoje, além dos 1.357 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 86 hospitais em todo o Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas UOL, Volvo, Pfizer, Nadir Figueiredo, Safran, Mahle Metal Leve, Instituto Pensi e Instituto Helena Florisbal.







(Materia enviada)


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